Cachê de artista, equipe contratada por três dias, ISS que muda de município a cada show, nota de patrocínio e equipamento que sai do galpão e volta gasto. Some a isso o faturamento concentrado em poucos meses do ano. Escritório generalista erra isso — aqui cada evento é tratado como centro de custo próprio, com resultado fechado por evento.
É. A produção de eventos junta quatro situações que a contabilidade comum não trata bem: o cachê de artista, que muda de tratamento conforme o artista seja pessoa física ou jurídica; a contratação temporária de equipe para poucos dias; o ISS, que é devido no município onde o evento acontece e não onde a produtora está registrada; e a nota de patrocínio, que tem tratamento próprio — mais ainda quando envolve lei de incentivo. Sem separar por evento, a produtora fecha o mês no positivo e não descobre qual show deu prejuízo.
O setor de eventos tem dois lados que quase nunca aparecem juntos na mesma contabilidade: quem vende o evento e quem fornece o que faz ele existir. A CTESTEM atende os dois.
Esta é a sequência que separa produtora que sabe o próprio resultado de produtora que descobre depois.
Estimativa de custo com impostos e retenções já embutidos — antes de fechar o preço com o cliente.
Definição do formato de cada contratação e das retenções aplicáveis a cada uma.
Emissão das notas de serviço e enquadramento correto das notas de patrocínio recebidas.
Apuração e recolhimento na cidade onde o evento aconteceu, com a alíquota local.
Receita, custo, imposto e margem do evento isolados dos demais.
Você sabe quanto aquele evento deu — e se o próximo com o mesmo formato compensa.
Locação de bem móvel e prestação de serviço são coisas distintas na lei e no balanço. A maioria dos escritórios trata as duas do mesmo jeito — e é aí que a locadora paga imposto a mais e enxerga uma margem que não existe.
| Erro comum | O que ele causa | Como resolvemos |
|---|---|---|
| ISS recolhido na cidade da produtora | Cobrança em duplicidade pelo município do evento | Apuração por município, evento a evento |
| Cachê pago sem retenção | Passivo de INSS e IRRF, com multa e juros | Retenção correta conforme o tipo de contratação |
| Equipe contratada sem formalização | Reclamação trabalhista após o evento | Formato de contratação adequado a cada função |
| Patrocínio lançado como receita comum | Imposto pago a mais ou glosa em prestação de contas | Enquadramento e documentação corretos |
| Equipamento lançado como despesa | Resultado distorcido e patrimônio subavaliado no balanço | Imobilizado registrado e depreciado pela vida útil |
| Tudo no mesmo caixa | Não se sabe qual evento deu prejuízo | Centro de custo por evento, com margem isolada |
"O melhor da região, recomendei para todos meus amigos"
"Uma amiga me recomendou e realmente são tudo o que ela fala! Empresa ótima"
"Atendimento de qualidade, equipe atenciosa e eficiênte!"
Conteúdo que praticamente nenhum escritório da região publica — e é justamente por isso que ele ranqueia.
A regra, as exceções e o que fazer quando o evento cruza cidades.
Em brevePessoa física x jurídica, retenções e o que precisa estar no contrato.
Em breveO que cabe em cada função e onde mora o risco trabalhista.
Em breveDiferença entre contrapartida comercial e projeto incentivado.
Em breveO modelo que mostra a margem real de cada produção.
Em breveAs atividades certas e o regime que costuma pesar menos.
Em breveProduz, organiza, monta ou aluga — a gente diz o que muda na sua contabilidade e como fica o fechamento por evento.
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