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A conta da sua clínica pode pagar menos imposto.

Clínica que não controla o Fator R costuma pagar 15,5% quando poderia pagar 6%. A diferença não está em truque: está na relação entre a folha e o faturamento, conferida mês a mês. É isso que a gente acompanha.

5,0 no Google
Contadora com CRC ativo
Anexo V: 15,5% · Anexo III: 6%
Resumo do serviço
Para quem
Clínicas médicas, odontológicas, de fisioterapia, psicologia e multidisciplinares
O que muda
Enquadramento no Anexo III em vez do Anexo V
Órgãos
Receita Federal, CNES, Vigilância Sanitária, CRM ou CRO
Análise inicial
Sem custo, pelo WhatsApp

O que é o Fator R e por que ele decide o imposto da clínica?

No Simples Nacional, serviços de saúde entram por padrão no Anexo V, cuja alíquota começa em 15,5%. Mas existe uma regra de desempate: se a folha de pagamento dos últimos 12 meses — incluindo pró-labore e encargos — representar 28% ou mais do faturamento do mesmo período, a atividade migra para o Anexo III, que começa em 6%. Isso é o Fator R. Ele é recalculado todo mês, e uma clínica pode entrar e sair do Anexo III sem perceber. Quem acompanha o indicador ajusta o pró-labore com antecedência; quem não acompanha descobre na guia.

O que está incluso — e o que não está

Sem letra miúda. O que não fizer parte do serviço está escrito aqui do lado.

Incluso

  • Cálculo e acompanhamento mensal do Fator R
  • Ajuste do pró-labore para manter o enquadramento no Anexo III
  • Escrituração contábil e apuração dos impostos da clínica
  • Folha de pagamento da equipe, admissões, férias e rescisões
  • eSocial, DCTFWeb e obrigações trabalhistas
  • Apoio no CNES e na atualização do cadastro do estabelecimento
  • Orientação sobre alvará sanitário e licenças de funcionamento
  • Análise de equiparação hospitalar no Lucro Presumido, quando cabe

Não incluso

  • Taxas da Vigilância Sanitária e do conselho de classe
  • Registro profissional no CRM, CRO ou equivalente
  • Projeto arquitetônico exigido pela RDC da ANVISA
  • Certificado digital do estabelecimento
  • Tributos e multas devidos ao Fisco

Como a gente baixa o imposto da clínica

Não é um ajuste único: é um indicador que muda todo mês e precisa ser olhado antes de fechar a folha, não depois.

  1. 01

    Diagnóstico do enquadramento

    Conferimos em qual anexo a clínica está hoje e quanto está pagando.

    1 a 3 dias úteis
  2. 02

    Cálculo do Fator R atual

    Folha e pró-labore dos últimos 12 meses sobre o faturamento do período.

    2 dias úteis
  3. 03

    Simulação do ponto de equilíbrio

    Quanto de pró-labore faz a clínica cruzar os 28% sem gastar mais do que economiza.

    2 a 5 dias
  4. 04

    Ajuste do pró-labore

    Implantação do novo valor na folha, com os encargos corretos.

    Competência seguinte
  5. 05

    Acompanhamento mensal

    Recalculamos antes de fechar cada folha e avisamos se o indicador estiver caindo.

    Todo mês
  6. 06

    Revisão anual

    Checagem do regime e análise de equiparação hospitalar, se a estrutura permitir.

    Anual

O que muda entre um anexo e outro

Situação da clínicaAnexoAlíquota inicial
Folha abaixo de 28% do faturamentoAnexo V15,5%
Folha igual ou acima de 28% do faturamentoAnexo III6%
Sociedade empresária com equiparação hospitalarLucro PresumidoBase de 8% no IRPJ e 12% na CSLL
Profissional sozinho, sem estruturaCaso a casoDepende da folha e do faturamento
Cristiane Teste de Moraes Almeida, contadora responsável pela CTESTEM Contábil, sentada à mesa de seu escritório no Centro de Niterói

Quem cuida da sua clínica

Cristiane Teste de Moraes Almeida — contadora responsável. O Fator R precisa ser olhado antes de fechar a folha, e é ela quem faz essa conferência e quem te responde no WhatsApp.

O que os clientes escrevem no Google

"Atendimento de qualidade, equipe atenciosa e eficiênte!"

D Danielle Alves

"Ótima empresa, o suporte é muito bom. Já recomendei para meu amigos"

A Adilson Santos

"O melhor da região, recomendei para todos meus amigos"

P Pedro Santos

Perguntas frequentes de quem tem clínica

Minha clínica pode pagar 6% de imposto?
Pode, se o Fator R ficar em 28% ou mais. O cálculo é a folha dos últimos 12 meses, incluindo pró-labore e encargos, dividida pelo faturamento do mesmo período. Atingindo esse percentual, a atividade sai do Anexo V e entra no Anexo III, cuja alíquota começa em 6%. Abaixo disso, continua no Anexo V.
Aumentar o pró-labore compensa?
Depende da conta. O pró-labore maior gera INSS e IRRF, mas pode derrubar a alíquota do Simples de 15,5% para 6%. Em boa parte das clínicas a economia no Simples supera o custo do pró-labore — mas isso precisa ser simulado com os números reais, porque existe um ponto a partir do qual deixa de valer.
O que é equiparação hospitalar?
É a possibilidade de a clínica usar, no Lucro Presumido, uma base de cálculo reduzida: 8% para o IRPJ e 12% para a CSLL, em vez dos 32% aplicados a serviços em geral. Para isso a clínica precisa ser sociedade empresária e atender às normas da ANVISA para a estrutura. Consulta médica isolada, sem estrutura, não se equipara.
Preciso de CNES mesmo sendo uma clínica pequena?
Precisa. O CNES é o cadastro nacional dos estabelecimentos de saúde e vale para consultórios e clínicas privadas, não só para quem atende pelo SUS. Ele costuma ser exigido em convênios, no alvará sanitário e na emissão de documentos do estabelecimento.
Vocês atendem clínica que já tem contador?
Sim. Trocar de contabilidade não depende de autorização e não precisa esperar o fim do ano. Pedimos a documentação ao escritório atual e assumimos a partir da competência seguinte, sem nenhum mês descoberto.

Dúvidas sobre contabilidade na saúde

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Fator R

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